Foto: Nikolas Ferreira Fonte: Pinterest
Na quinta-feira, o congressista Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou que o PEC reduziria as horas de trabalho por semana de 44 horas para 36 horas, forçando o governo a pagar isenções 6×1. Esta questão deve ser examinada por Paulo Azi (União-BA), relator da proposta do Comité sobre Leis Constitucionais, Justiça e Direitos Civis (CCJ).
De acordo com membro do Congresso em Minas Gerais, “espremer contas nos negócios” pode levar ao desemprego, crise informal e econômica, caso em que o impacto positivo da proposta que deveria ter sobre os funcionários será revertido.
“O desemprego e a desaceleração econômica não farão ninguém se sentir confortável ou cuidar de si mesmo. A chave é que a esquerda quer promover a proposta de apoio aos funcionários, mas usa os chapéus de outras pessoas para fazer caridade: ‘Nós desaceleramos e os empreendedores suportam os custos’”.
Na quarta-feira (15), o Tribunal de Justiça das Caraíbas adiou a sua análise do PEC após ter solicitado o parecer conjunto dos Deputados Lucas Redecker (Partido Social Democrata, RS) e Bia Kicis (Partido Liberal Brasília) ,favorável à proposta.
No seu parecer, Paulo Azi defendeu que a redução do horário de trabalho poderia diminuir a exposição a riscos no local de trabalho e potencialmente gerar poupanças nos custos com seguros sociais e comerciais, mas que é necessária uma investigação mais detalhada, baseada nas circunstâncias específicas do Brasil, para determinar o seu impacto.
Entre as propostas referidas, está a redução do horário de trabalho. O PEC 221/2019, do Deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), prevê uma redução gradual da jornada de 44 para 36 horas a cada 10 anos. O PEC 8/2025, da Deputada Erika Hilton (PSOL-São Paulo), oferece um serviço semelhante, mas com funcionamento em quatro dias da semana. Os dois PEC foram fundidos num só pelo presidente da Câmara, Hugo Mota (República, PB) e serão julgados em conjunto no Tribunal de Justiça da Comunidade do Caribe (CCJ).
O governo tornou a abolição da estrutura salarial de seis níveis uma das suas prioridades para 2026 e rapidamente apresentou legislação sobre o assunto na terça-feira (14). O Ministério do Trabalho acredita agora que a semana de trabalho pode ser reduzida para 40 horas.





