Foto: Flávio Bolsonaro Fonte: Pinterest
Depois que o congressista Flavio Bolsonaro (PL-RJ) reconheceu que havia enviado um relatório das agências de inteligência brasileiras às autoridades dos EUA, o congressista Lindbergh Farias (PT-RJ) na terça-feira (7), fez um protocolo a PGR alegando que o filho do ex-presidente violou o direito constitucionalmente ao fornecer informações.
O senador classificou o documento como “reservado” e o enviou diretamente para a embaixada dos EUA em seu nome.
A Procuradoria-Geral planeja investigar se as ações do candidato foram fraudulentas, o que pode incluir violações de obrigações de confidencialidade e atos que colocam em risco o interesse nacional. O senador pediu aos Estados Unidos que colocassem “pressão diplomática” sobre o Brasil e sugeriu que o Brasil deveria ser monitorado internacionalmente.
Lindbergh também recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) em resposta a alegações de que o ex-senador Eduardo Bolsonaro (PL-SP) buscou apoio de autoridades estrangeiras para desafiar o sistema eleitoral do Brasil. Esta ação exige medidas de detenção para evitar a extradição de membros do parlamento que atualmente residem nos Estados Unidos e para colocar ex-membros do parlamento na lista, conhecida como Viúva Negra, da Interpol.






