O ex-presidente Bousonaro durante a audiência da Suprema Corte Foto: Ton Mollina/STF
A Procuradoria-Geral (PGR) apresentou uma acusação final à Suprema Corte (STF) em um processo criminal investigando a tentativa de golpe de 2022, buscando a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A agência acusa Bolsonaro de desconfiar do sistema eleitoral do Brasil e de liderar organizações criminosas armadas destinadas a incitar ataques ao sistema democrático e medidas excepcionais explícitas.
Nas acusações, a PGR acusou líderes conservadores de crimes cometidos por organizações criminosas armadas, tentativas violentas de abolir o estado de direito democrático, tentativas de golpes, danos devidos à herança do sindicato e a deterioração da herança derrubada.
A PGR pediu ainda a condenação de ex-ministros, militares e ex-chefes de Estado dos aliados, juntamente com Bolsonaro, por tentativa de subversão do Estado de Direito Democrático através de dados.
O arguido, ex-ministro da Justiça Anderson Torres, foi acusado dos crimes de organização criminosa armada, tentativa de subversão do Estado de Direito Democrático através de violência, tentativa de golpe de Estado, dano contra o património da União e destruição de património partidário. O general Augusto Elino, ex-chefe do GSI, foi acusado apenas dos crimes de organização criminosa armada.
O general Braga Netto, que foi também ministro da Defesa e candidato à presidência de Bolsonaro, foi indiciado pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de subversão do Estado de Direito Democrático através da violência, tentativa de golpe de Estado, dano ao patrimônio da União e agravamento do legado da reversão.
O coronel Mauro Cid, que se acredita ser um réu cooperativo, foi acusado do mesmo crime que o ex-presidente. Na declaração da PGR, eles ajudaram a esclarecer a estrutura da organização criminosa do suspeito. Mas ele insistiu que as informações relevantes foram perdidas. Portanto, as autoridades recomendaram reduzir seu mandato em um terço. Mas ele não se beneficiou do pedido de desculpas judicial.






